Os Acadêmicos



BigDog

Confuso desde o nascimento, passa a maior parte de seu tempo livre lendo muito, praticamente tudo que o cai à mão, mas, infelizmente, não tem qualquer método nem qualificações intelectuais para entender o que lê, resultando em um amontoado ambulante de teorias absurdas e idéias desconexas. Acha que entende de música, mas, na real, escuta Rush o tempo inteiro e acredita piamente que isto é bom. Tem uma bateria Pearl Export com pratos Sabian e Zildjian, e um dia ainda pretende aprender a tocar. Na culinária, é um fenômeno: prepara pratos inacreditáveis, sempre primando pela simplicidade – na verdade, pela preguiça – e acha que todos apreciam sua arte, mas o pessoal fica mesmo é com fome, esperando que o infeliz sirva algo para comer. [E-mail] [Last.fm]


Alemão (Wolfarth)

Confuso desde que passou a freqüentar os bancos escolares, consegue ser retórico em muitos momentos, autodidata em algumas matérias e prolixo em quase nada, ainda que possa superar-se quando embriagado. Entende de futebol o suficiente para compreender a regra do impedimento e torce como um louco para o Sport Club Internacional, às vezes de uma forma radical barbaridade. Possui trejeitos estranhos e abusa do linguajar rebuscado-gaudério, numa idiossincrasia sem precedente algum no vernáculo nacional. Modesto, entende pouco sobre música, ouvindo muito Rock, Blue, Jazz e alguma MPB. Aprecia sobremaneira os prazeres da carne, especialmente as carnes servidas pelo amigo de longa data – BigDog – apesar de, ultimamente, serem raros os momentos de confraria etílica e gastronômica. [E-mail]


Crânio

Apresentou seus primeiros sinais de confusão mental aos 6 anos de idade, ao não aceitar ficar na pré-escola e teimar em estudar na primeira série. Pouco tempo depois foi acometido por uma grave doença (meningite), que resultou em alguns neurônios a menos e pontos a mais nas provas. Resolveu trilhar um caminho profissional pouco convencional – técnico “graxa” mecânico – aprofundando ainda mais seu estado de confusão. Inserido ao mundo do plástico por vias um pouco confusas, faz deste mundo seu ganha-pão e seu local de observação para criar suas teses sem nexo sobre tudo e todos. Sua incoerência maior reside no fato de possuir um raciocionio muito lento e de ser desprovido de ação enquanto o mundo desaba ao seu lado; ao mesmo tempo seu esporte favorito é a fórmula 1 (talvez devido à famosa lei das compensações). Foi visto pela primeira vez na frente de um monitor de TV acompanhando uma corrida de fórmula 1 aos 9 anos de idade e desde então diverte-se com isso, sem saber que seus neurônios deformam-se ao processar a voz do Galvão Bueno (25 anos de tortura… acho que agora o processo ficou irreversível). [E-mail] [Blog pessoal] [Last.fm]


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