Novidade… Espanha campeã!

Publicado: 29/06/2008 por Wolfarth em Tosco Futebol Clube

Espanha 1 x 0 Alemanha

Quem assistiu à final da Eurocopa 2008, disputada em Viena, poderia pensar que a Fúria não teria condições de superar a boa marcação germânica logo no início do prélio. Porém, com 15 minutos de jogo, os espanhóis passaram a ditar seu ritmo de jogo e a impor sérias dificuldades à retaguarda teutônica. Aos 33 minutos, o rápido e eficiente Fernando Torres marcou o único gol do jogo, que possibilitou à Espanha administrar o escore e ainda perder outros gols, em uma demonstração clara de superioridade dos ibéricos.

A conquista da Eurocopa de 2008 foi apenas o 2º título da história da seleção espanhola. O outro havia sido pela mesma competição, no distante ano de 1964. Portanto, a Eurocopa trouxe uma novidade ao mundo do futebol, em que pese a incrível quantidade de títulos obtidos pelos clubes espanhóis.

E ao que se deve a façanha castellana ? Técnica, velocidade e ambição. Também pode-se dizer que a Espanha perdeu seu complexo de “vira-latas”, algo que o Brasil perdeu no mesmo 29 de junho, só que há 50 anos, ao vencer a Copa do Mundo da Suécia. A título de ilustração, é digno de nota que a seleção espanhola apresentava um estrangeiro naturalizado, o brasileiro Marcos Senna, que teve atuações destacadas na campanha ibérica.

Fúria sempre é considerada protagonista em Copas do Mundo, mas jamais conseguiu sequer um 3º lugar nos 18 mundiais já disputados, tendo ficado entre os semifinalistas apenas na Copa de 1950, no Brasil. Em que pese essa escassez, é daquelas seleções que são indicadas como cabeça-de-chave nos sorteios das Copas do Mundo, faz boa campanha na fase inicial, mas acaba sempre eliminada por qualquer seleção que tenha mais ousadia. A mesma situação era observada com a Espanha nas Eurocopas posteriores a 1964.

Mas em 2008 se viu uma postura bem diferente. Os espanhóis chegaram na competição sem qualquer alarde. Não eram considerados favoritos, tampouco foram cabeças-de-chave no sorteio inicial. Eliminaram equipes do porte da Suécia, Itália e Alemanha. Nos 6 jogos disputados, venceram 5 e emparam 1.

Como pontos negativos da seleção hispânica, podem ser destacados a pouca oferta de bons nomes em algumas posições e a precariedade de alguns jogadores defensivos, como Puyol e Sergio Ramos, os quais, sinceramente, não seriam titulares em alguns clubes brasileiros.

Enfim, agora acredito que os espanhóis estejam entre as grandes seleções mundiais – Brasil, Argentina, Itália, Alemanha, França, Inglaterra e Espanha.

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comentários
  1. BigDog disse:

    Não fala mal do Puyol! Junto com o Ronaldinho Gaúcho, um guri que não cansa de me dar alegrias, é um dos meus jogadores favoritos. Aquela cara de louco dele já é suficiente para espantar qualquer atacante da área! Eu queria ele no meu time. Na real, qualquer pereba, menos o Otosco…

  2. Felipe Wolfarth disse:

    Puyol no INTER? Não mesmo!
    Tudo bem mandar o Orozco adiante, mas o negócio é contratar outro ou promover a subida de um guri das base…

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